Metodologia Waterfall — O Que É E Quais São As Vantagens

Metodologia Waterfall — O Que É E Quais São As Vantagens

Gerenciar projetos seguindo métodos é fundamental para otimizar os processos e resultados de uma organização. A Metodologia Waterfall foi uma das primeiras a ser desenvolvida — ela é utilizada desde a Segunda Guerra Mundial e ficou conhecida como “Método Tradicional”.

Apesar de antiga e de já terem surgido outros métodos ágeis mais modernos, ela continua sendo utilizada, especialmente em alguns setores. 

Neste artigo, você verá:

  • o que é essa metodologia?;
  • quais vantagens ela oferece;
  • quais setores são mais beneficiados por ela.

O que é a Metodologia Waterfall?

A Metodologia Waterfall também é conhecida como Método Cascata. Conforme o próprio nome sugere, ela estabelece que as etapas de um projeto devem seguir uma ordem sequencial, de modo que uma nova fase só comece quando a anterior for finalizada. 

Por este motivo, a fase de planejamento — inicial — é fundamental para garantir que nada dê errado durante a execução, uma vez que a metodologia tem baixa tolerância a erro. 

Além disso, os estágios desse modo de gerenciamento não contemplam revisões durante a execução, somente ao fim. Essa é uma das desvantagens mais apontadas no Método Cascata. Ele é muito engessado e não tem muito espaço para alterações ou criatividade.

Contudo, existem alguns benefícios que podem ser úteis para setores específicos. Veja a seguir!

Vantagens da Metodologia Waterfall

As vantagens dessa metodologia estão majoritariamente ligadas ao alto grau de controle que se tem dos projetos desde a sua concepção. Nesse sentido, alguns benefícios são:

  • visão geral e mais abrangente do gestor;
  • melhor compreensão da equipe quanto ao que deve ser feito desde o início do projeto;
  • possibilidade de prever cenários com antecedência, uma vez que planejamento exige essa análise e o preparo para lidar com eles;
  • prazos e custos são definidos antecipadamente, evitando atrasos ou gastos excessivos;
  • fluxo de atividades mais organizado.

Por todas essas características, alguns segmentos podem se aproveitar mais desse método.

Quais setores mais se beneficiam do Método Cascata?

Essa metodologia, devido a sua rigidez, é muito bem-vinda em trabalhos que exigem um planejamento mais engessado e que não requerem — ou não podem — ter mudanças drásticas no meio da execução. Sendo assim, ela é benéfica, principalmente, para projetos com:

  • limitação de tempo e verba;
  • requisitos muito específicos;
  • regulamentações rígidas. 

Nesse contexto, alguns dos setores que mais se beneficiam são a medicina, indústria e construção civil, nos quais os ambientes são muito controlados e qualquer alteração seria muita cara ou impossível. 

Para fazer o acompanhamento das etapas do processo, o gestor e a equipe podem se beneficiar de um software de gestão de projetos, como a Monday. Dessa forma, todos têm uma visão ampla, podendo identificar a fase que está sendo desenvolvida, qual seria a próxima e quanto tempo falta para ela começar. 

Saiba mais sobre a Monday e veja como essa ferramenta pode te ajudar. 

O Que É ETL E Para Quê Serve

O Que É ETL E Para Quê Serve

Você sabe o que é ETL? Trata-se de uma sigla para o termo em inglês “Extract Transform and Load”, que, na tradução para o português, significa “Extrair, Transformar e Carregar”.

Essas três letrinhas se referem a softwares que são projetados para retirar dados de diferentes sistemas de uma organização, modificá-los conforme os interesses das empresas e armazená-los.

Geralmente, os dados extraídos são carregados em um data warehouse — uma espécie de armazém/depósito de informações relativas às atividades de uma organização.

Em resumo, ETLs são softwares que ajudam empresas a reunirem informações em um local seguro e, assim, contribuem para tomada de decisões melhores, entre outras utilidades.

Quer saber mais sobre essa ferramenta e suas funcionalidades? Siga a leitura do artigo!

Como entender o que é ETL pode ajudar a sua empresa?

Saber o que é ETL e aderir a essa tecnologia pode ajudar em muitos aspectos do processo produtivo de uma empresa, desde mudanças de hábitos internos ao fortalecimento da relação entre os setores de gestão e tecnologia.

Uma boa estrutura de banco de dados permite, por exemplo, que a empresa automatize processos, preveja demandas, tenha um controle melhor do estoque e/ou performance das vendas, além de reduzir custos.

O que ocorre em cada processo de ETL?

O funcionamento do ETL é organizado em três etapas:

  • extração — nesta fase, os dados são puxados de uma dada fonte/sistema operacional e transferidos para o ambiente de data warehouse, onde podem ser manipulados pelo sistema ETL;
  • transformação — aqui, os dados que foram coletados são transformados e ajustados de acordo com a necessidade da empresa;
  • carregamento — por fim, é feito o transporte dos dados convertidos para o sistema de destino.

As principais vantagens de aderir a um sistema ETL

Alguns dos benefícios de possuir um sistema ETL na empresa são:

  • facilidade no manuseio de dados: a carga de informações de uma empresa só cresce e fica mais complexa ao longo do tempo. Um sistema ETL confere mais facilidade no trato dos dados, simplificando tarefas de limpeza, por exemplo;
  • economia de tempo: a coleta, transformação e armazenamento de dados é automática, reduzindo significativamente o tempo que seria gasto em uma importação manual;
  • menor chance de erro: várias etapas do processamento são automáticas, diminuindo a possibilidade de erro humano;
  • análises mais aprimoradas: a ferramenta garante que os dados coletados são da melhor qualidade, possibilitando avaliações mais sofisticadas.

Neste artigo, você viu o que é ETL e como esse software pode auxiliar no trato com os dados e no crescimento da sua empresa.

O correto armazenamento de informações dos clientes de uma organização, por exemplo, contribui para tomadas de decisão mais assertivas que podem proporcionar uma melhor experiência na hora da compra.

Continue no blog e veja também dicas de como melhorar a percepção do cliente sobre o seu negócio.

Por Que Entender O Processo Produtivo da Minha Empresa?

Por Que Entender O Processo Produtivo da Minha Empresa?

Sua empresa recebe pedidos constantes e infindáveis de refação? Vocês não conseguem cumprir com os prazos que estabeleceram? Perdem muito tempo do dia a dia procurando “como fazer” uma tarefa ao invés de já colocar a mão na massa? Entender o processo produtivo do seu negócio resolveria todos esses problemas. 

Neste artigo, reunimos algumas razões para você mapear a produção da sua equipe e apresentamos uma solução excelente para começar a colocar em prática. Acompanhe!

4 motivos para mapear o processo produtivo da sua empresa

Ter conhecimento sobre o processo produtivo da sua empresa é fundamental para uma governança ágil. Depois de compreender o fluxo de trabalho, você vai encontrar oportunidades de diminuir os seus custos e aumentar os seus ganhos. Veja  por que seguir:

1. Mais agilidade

Ter mais agilidade é o desejo de todas as empresas. Contudo, poucas sabem como alcançar esse nível de otimização elevado. Não tem segredo, nem existe outro caminho a não ser entender o processo produtivo do negócio. 

Para potencializar as produções, é preciso, primeiro, identificar onde estão os gargalos e, depois, pensar em estratégias para eliminá-los. 

2. Melhora na gestão de equipe

Você tem noção de quem faz o que dentro da sua empresa? É comum que, entre as tarefas do dia a dia, essa informação se perca, mas não deveria ser assim, porque ela é muito valiosa!

Tendo esse conhecimento, é possível explorar os pontos fortes dos seus colaboradores, garantindo o desenvolvimento deles e, consequentemente, o da empresa.

3. Mais assertividade na gestão de recursos

O mapeamento de processo produtivo é fundamental para entender qual é a sua capacidade de entrega, seja na fabricação de produtos ou execução de serviços. Desse modo, você passa a se comprometer somente com o que pode cumprir, mas também entender exatamente o que é necessário para dar passos maiores. 

4. Padronização de processos

A importância da padronização de processos está na garantia de um elevado nível de qualidade em todas as entregas que fizer. Se cada pessoa da sua equipe executa uma atividade de um jeito diferente, além de demonstrar desorganização, pode acontecer de um cliente ficar mais satisfeito que o outro. 

Quando estiver mapeando os processos, você conseguirá identificar quais funcionam melhor e eles devem ser replicados. 

Como mapear o processo produtivo da minha empresa

Para mapear o processo produtivo da sua empresa, é necessário:

  1. coletar dados;
  2. modelar o seu fluxo de trabalho atual;
  3. fazer uma análise do fluxograma.

Essas podem parecer etapas muito complicadas, mas uma ferramenta de gestão como a Monday pode auxiliar e tornar tudo mais simples.

A Sinergis é parceira da Monday no Brasil e nós podemos ajudar na implementação da ferramenta no seu negócio.

Ficou interessado? Então entre em contato com a equipe de atendimento da Sinergis! 

3 Métricas De Governança Ágil

3 Métricas De Governança Ágil

Dentro de uma governança ágil, que pretenda estabelecer processos mais produtivos e ser mais eficiente nas suas entregas, é fundamental acompanhar algumas métricas. Sem dados históricos do desempenho da sua equipe é impossível mapear os gargalos e pontos de melhorias.

Por isso, neste artigo, separamos as três principais métricas de agilidade para acompanhar enquanto faz a gestão de projetos da sua empresa. Confira a seguir!

3 métricas de governança ágil para acompanhar

Antes de falarmos especificamente sobre as métricas de governança ágil, é importante que você conheça os principais métodos ágeis, pois esses indicadores vão medir a eficiência dessas estratégias. São eles:

  • kanban: divide o projeto em atividades “to do”, “doing” e “done”;
  • scrum: fragmenta o projeto em etapas (sprints) que devem ser cumpridas dentro da algumas semanas;
  • lean: procura reduzir custos e simplificar processos;
  • smart: determina metas tangíveis, reais e mensuráveis para o projeto.

Depois de entender a proposta de cada um deles, fica mais fácil compreender as métricas. Veja!

1. Sprint Burndown

O Sprint Burndown é uma métrica de governança ágil utilizada por times adeptos ao Scrum. Ele pretende medir a eficiência e a assertividade do planejamento feito para cada etapa (sprint) de um projeto. Para isso, leva em consideração as tarefas que devem ser executadas dentro de um ciclo e o tempo total do seu encerramento. 

Esse indicador é medido por um gráfico como este abaixo, onde o eixo horizontal indica o tempo e o vertical representa o trabalho que deve ser realizado dentro do sprint. Sendo assim, a linha amarela é uma projeção do planejamento, enquanto a vermelha é o andamento de fato.

Gráfico de Sprint Burndown retirado da plataforma Monday. (Fonte: Monday)

2. Epic Burndown

Enquanto a métrica anterior verifica o andamento de um sprint específico, a métrica de Epic Burndown é uma pouco mais abrangente e analisa o desenvolvimento dos ciclos em relação ao planejamento do projeto como um todo, mapeando o seu progresso de forma geral.

O Epic Burndown é muito interessante para identificar possíveis gargalos na equipe que prejudicam o avanço dos ciclos, tais como falhas de comunicação, mudança de escopo, troca de pessoal, entre outros. 

3. Lead Time

O Lead Time busca medir o tempo de conclusão de uma tarefa a partir do momento em que ela foi solicitada. Ter essa estimativa do tempo médio de entrega do seu time é importante para te dar uma previsão das próximas tarefas e ajudar na construção de planejamentos mais reais, considerando a capacidade produtiva da sua equipe. 

Para acompanhar essas métricas de  governança ágil de maneira automatizada e assertiva, a plataforma da Monday permite acompanhar cada etapa do projeto de perto, mapeando todos esses indicadores. 

A Sinergis é parceira da Monday no Brasil e te ajuda a personalizar e implementar a solução na sua empresa. Veja como a Sinergis pode ajudar no aumento de produtividade da sua equipe.

Métodos Ágeis — Conheça Os Principais

Métodos Ágeis — Conheça Os Principais

Os métodos ágeis são fórmulas para gerenciar projetos, de modo que os processos fiquem mais rápidos e as entregas tenham mais qualidade. Para isso, normalmente, eles propõem a divisão de grandes execuções em etapas menores. Isso permite identificar e corrigir erros rapidamente. 

Todos os setores, desde as indústrias até a área de prestação de serviços, podem se beneficiar dessas metodologias. Neste artigo, reunimos as principais técnicas para você conhecer. Veja! 

Os 4 principais métodos ágeis

O primeiro nicho a trabalhar com os métodos ágeis foi o de Tecnologia da Informação (TI). Essas metodologias foram criadas dentro do contexto da transformação digital, que tornou obsoleta a forma burocrática que os projetos eram executados. 

A seguir, você vai entender porque eles se encaixam melhor nessa realidade atual.

Kanban

Este é um dos métodos ágeis mais simples e mais utilizados. Nele, é necessário ter um quadro — físico ou virtual —, dividido em três partes:

  • to do: tarefas que devem ser feitas no futuro;
  • doing: atividades que estão sendo executadas no momento;
  • done: partes que já foram entregues e aprovadas.

O Kanban é interessante porque dá uma visibilidade macro do projeto para toda a equipe.

Scrum

No Scrum, cada projeto tem uma equipe e um líder. A função do “Dono do Projeto” é representar o interesse do cliente final. Portanto, é ele quem define quais passos devem ser seguidos e por quem. 

No início, ele faz uma lista de prioridades e distribui as tarefas. Cada etapa é realizada em ciclos de até quatro semanas — chamados de Sprints. Ao fim de cada fase, antes que a próxima seja iniciada, todo o time analisa o que foi feito e, só então, segue com a produção. 

Lean

O principal objetivo do Lean é eliminar desperdícios durante a execução de um projeto. Para isso, esse método busca reduzir custos e simplificar processos.  

Uma das técnicas mais usadas para isso é o MVB (Minimum Viable Product), que consiste na produção de uma versão funcional, mas bastante simples, de um produto. O objetivo é entender o que funciona para só então investir tempo e dinheiro na confecção “oficial”. 

Smart

O Smart é um método ágil para a determinação de metas que sejam reais e tangíveis. A sua execução segue os princípios que formam o seu nome:

  • S (de Specific): deve ser direta ao ponto, sem dar margem para interpretações errôneas;
  • M (de Measurable): deve ser mensurável e qualificável;
  • A (Attainable): precisa ser alcançável — mesmo quando muito desafiadoras;
  • R (Relevant): precisa gerar resultados relevantes para o seu negócio e para os clientes;
  • T (Time related): precisa ter um prazo para ser cumprida.

Gostou de saber mais sobre os métodos ágeis? Então você também vai gostar de saber mais sobre algumas boas práticas em gestão de projetos — além da adoção dessas metodologias. Confira no nosso blog!

Customer Experience — Como Melhorar A Do Seu Negócio?

Customer Experience — Como Melhorar A Do Seu Negócio?

Nós estamos na Era da Experiência, onde a relação do consumidor com uma marca ou empresa é tão ou mais importante do que a qualidade dos produtos e serviços que ela oferece. Nesse cenário, é impossível não pensar em como melhorar a customer experience.

Neste artigo, listamos 4 passos iniciais para você que quer melhorar a experiência do consumidor na sua empresa. Continue lendo para entender!

4 passos para melhorar a customer experience no seu negócio

“Customer experience” se refere à percepção do cliente em contato com um negócio. Existem diversas estratégias e ações que podem ser aplicadas com o objetivo de melhorar esse sentimento gerado no consumidor neste contato. 

Confira algumas a seguir!

1. Conheça o seu cliente

O que é uma boa experiência? 

A resposta para essa pergunta pode variar muito dependendo do público atendido. Para causar surpresas positivas, você precisa, antes de tudo, saber o que já é esperado. 

Por isso, para melhorar a customer experience na sua empresa, é necessário conhecer o perfil dos seus clientes. Você deve saber tanto informações diretas, como idade, gênero e grau de escolaridade, quanto aquelas ligadas aos seus gostos, desejos e dificuldades.

2. Entenda a jornada de compra

Antes de realizar uma compra, as pessoas passam por uma jornada que, de modo sucinto, começa na descoberta de um problema, o que leva à busca por uma solução, provocando uma análise da solução apresentada e, por fim, à decisão final.

Esse caminho não costuma ser linear e pode ter particularidades conforme o nicho de mercado. Entender como funciona esse trajeto para o seu público facilita o encontro de pontos onde você precisa estar e o que está faltando fazer para alcançá-los.  

3. Ofereça vários pontos de contato

Ao analisar a jornada do consumidor, você perceberá que os seus clientes chegam até você por diversos canais diferentes — o que é muito promissor se você souber organizar. 

Esteja apto a atender o seu cliente por todas essas frentes — ponto físico, telefone, redes sociais, sites e fóruns. Mas atenção: para garantir uma boa experiência  é importante que o atendimento seja omnichannel.

Integre todos os seus canais a fim de que o seu cliente não precise ficar respondendo às mesmas perguntas em todas as frentes um milhão de vezes. 

4. Adote um software de CRM

Outra forma de melhorar a customer experience é automatizar esses processos — o que, no fim, também facilita a sua rotina. 

Softwares de CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente), como é o Freshworks, ajudam no mapeamento da jornada do cliente, captando informações valiosas que vão te ajudar a melhorar o seu atendimento final.

A Sinergis é uma empresa de consultoria em CRM e parceira certificada da Freshworks no Brasil. Essa ferramenta reúne uma série de funcionalidades que integram vendas e atendimentos de forma prática e simples de entender. 

Ficou interessado nessa ferramenta de CRM? Então saiba mais sobre o trabalho da Sinergis com Freshworks.