Toda empresa que quer gerar mais resultados precisa medir os seus indicadores de produtividade. Essas métricas são muito importantes para entender quais ações estão funcionando e identificar aquelas que precisam ser otimizadas. 

A seguir, explicamos melhor o que são essas métricas e listamos as seis principais para você avaliar na sua empresa. 

O que são indicadores de produtividade?

Antes de mais nada, é preciso relembrar que “produtividade” diz respeito a produzir mais em menos tempo e sem perder a qualidade no resultado final. 

Os indicadores de produtividade são métricas criadas para medir se uma empresa está conseguindo esse resultado, ou seja, ser produtiva e aproveitar bem a sua capacidade de produção. Essas métricas também são conhecidas como KPIs (Key Performance Indicators).

6 principais indicadores de produtividade

As KPIs são muito importantes para o desenvolvimento e crescimento de qualquer negócio, pois, a partir delas, é possível identificar como otimizar seus processos e aumentar ganhos. Veja quais você não pode deixar de medir quando o assunto é produtividade:

1. Indicadores de qualidade

Avaliam se o resultado final do produto ou serviço entregue está de acordo com os padrões pré-estabelecidos pela empresa e exigidos pelos clientes. 

Esses indicadores podem ser medidos por meio de pesquisas enviadas para os consumidores a fim de identificar o nível de satisfação no pós-compra. 

Esse é o jeito mais comum, mas eles também podem ser avaliados internamente, analisando critérios como, por exemplo, a quantidade de entregas com atraso, o que impacta diretamente a experiência do cliente. 

2. Indicadores de capacidade

Indicam quanto tempo os colaboradores levam para executar cada tarefa. Sendo assim, essa métrica pode servir para definir um prazo médio para a execução de cada atividade, de forma que você consiga saber se o tempo está sendo respeitado. 

Essa é uma métrica muito importante para processos cruciais em qualquer empresa, tais como: 

  • a precificação dos produtos e serviços de acordo com o tempo e os materiais investidos na produção;
  • o mapeamento de quantos clientes o negócio consegue atender, para não correr o risco de atrasar ou não cumprir com o contrato;
  • a identificação de pontos para otimizar os processos da empresa e torná-los mais rápidos.

3. Indicadores estratégicos

Todas as empresas têm metas de curto, médio e longo prazo. Os indicadores estratégicos ajudam a identificar se a empresa está no caminho certo para o cumprimento desses objetivos. 

Por exemplo, imagine uma empresa que tem como meta 1000 vendas por mês. Se ela vendeu menos, precisa de estratégias que melhorem o desempenho. 

Agora suponha que em um mês ela tenha realizado 1500 vendas e, no outro, só 500. O objetivo foi alcançado do mesmo jeito e ainda foi identificada uma possível sazonalidade do negócio.  

É a partir desses indicadores estratégicos que se pode pensar em mudanças práticas a fim de chegar no objetivo. 

4. Indicadores de lucratividade

A lucratividade é uma métrica essencial dentro de um negócio, pois mostra se a empresa está lucrando ou tendo prejuízo com os processos que realiza, o trabalho que oferece e os clientes que atende. 

A base para essa métrica é a porcentagem que resulta do seguinte cálculo:

(lucro líquido ÷ receita total) × 100 = % de lucratividade

O lucro líquido é o montante que sua empresa ganha após deduzir todos os custos que teve com a produção. A receita total é o quanto entrou no caixa antes de fazer essas deduções. Caso a porcentagem seja muito baixa, é um sinal de alerta para o seu negócio. 

5. Indicadores de competitividade

Avaliam como a empresa se posiciona no mercado em relação aos seus concorrentes, indicando qual é a sua parcela de participação e relevância. Para isso, é preciso pontuar a relevância do seu negócio para o público-alvo. A sua marca é referência para eles? Eles procuram o seu negócio quando precisam do serviço ou produto que você oferece? Esses pontos são levantados em pesquisas de mercado.  

6. Indicadores de turnover

Essa métrica aponta para o grau de rotatividade dos colaboradores. Isso diz muito sobre o índice de satisfação da equipe interna com a empresa, pois uma alta porcentagem nessa métrica pode significar problemas com a liderança, má gestão e salários baixos. 

Esse é um problema para o negócio, porque também custa caro rescindir contratos e treinar novos funcionários.

Quer ver o percentual desses indicadores subir na sua empresa? Então saiba como colaborar para o aumento de produtividade da sua equipe.